Conheça os detalhes das aparições de Nossa Senhora em Fátima e suas mensagem ao mundo por meio de Lúcia, Francisco e Jacinta

[Eduardo Honorato Paulo, 10/05/2021 – Redação CatolicaWeb] Os fatos que aconteceram na Cova da Iria em 1917, pequena fazenda na região de Fátima em Portugal, encontraram o país e o mundo em um período de muita crise e instabilidade.

Em Portugal, havia a pouco tempo em 1910 acontecido o golpe que derrubou a tradicional monarquia portuguesa do Rei Dom Manuel de Bragança. O novo governo republicano, formado em sua maioria por maçons, iniciou uma pesada perseguição à Igreja Católica que sempre teve uma ligação muito forte com a Monarquia. Muitos religiosos, padres e freiras foram presos ou expulsos do país, a maior autoridade católica o Cardeal Pedro também foi exilado. Casamentos religiosos foram proibidos, sendo permitido apenas o casamento civil. Muitos conventos, igrejas e edifícios da igreja foram desapropriados e tornaram-se edifícios públicos. Uma promessa do próprio governo dizia que em duas gerações não haveria mais fé ou religião em Portugal.

O mundo estava se encaminhando para o final a Primeira Guerra Mundial, que acabaria no ano seguinte em 1918. O conflito já havia espalhado muita morte e destruição em muitos países na Europa e apesar de Portugal não ter sido palco de nenhuma batalha, muitos portugueses também já haviam morrido nos combates e as consequências econômicas e sociais da Guerra eram sentidas por todos no continente.

As aparições de Nossa Senhora

Imagem extraída do arquivo original de Fátima, em 
https://www.fatima.pt/pt/multimedia/images/pastorinhos

Neste cenário viviam na cidade de Fátima as crianças Lucia de Jesus Rosa dos Santos de 10 anos de idade e seus primos Francisco Marto de 8 anos e Jacinta Marto de sete anos de idade.

Eram pastores e cuidavam dos rebanhos da família na Cova da Iria, um imenso terreno propriedade da família de Lúcia, onde também como todas as crianças gostavam de brincar e correr por todo o terreno.

Nessa rotina que aconteceram os eventos que mudariam não só a vida delas para sempre, mas também de toda a igreja.

Primeira Aparição 13 de maio

O primeiro contato das crianças com Nossa Senhora aconteceu no dia 13 de maio por volta do meio-dia enquanto cuidavam do rebanho. As crianças afirmam terem visto uma “senhora mais brilhante do que o sol”, sobre uma Azinheira, que pediu para se aproximarem e não terem medo. Lucia a mais velha conseguia ver, ouvir e falar com a Senhora, enquanto Jacinta apenas via e ouvia e Francisco apenas podia vê-la, mas não ouvia o que dizia. As três crianças estavam muito assustadas, mas mesmo assim se aproximaram.

A Senhora que apareceu diante deles lhes deu uma mensagem: “Vim para vos pedir que venham aqui durante seis meses seguidos no décimo terceiro dia de cada mês, nesta mesma hora, depois vos direi quem eu sou e o que eu quero, voltarei ainda uma sétima vez”. E ainda perguntou à elas: “Vocês aceitam ser voluntários de Deus para receber todo o sofrimento que Ele quiser enviar-vos em ato de reparação pelos pecados que ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores?” Os três corajosos pastores aceitaram e receberam ainda a ordem para rezarem o terço todos os dias, e então desapareceu.

Lúcia orientou as outras crianças a não contarem nada a ninguém, mas Jacinta não se conteve e contou aos seus pais, deixando a todos muito preocupados.

 Segunda Aparição 13 de junho

No dia em que era comemorado o dia de Santo Antônio, cerca de cinquenta pessoas estavam no lugar da aparição por conta curiosidade pois a história contada pelas crianças acabou se espalhando pela localidade, seus pais não estavam presentes, mas temendo que algo de ruim pudesse acontecer alguns primos de Jacinta e Francisco os acompanharam.

Na hora exata Nossa Senhora apareceu novamente sobre a mesma Azinheira. Dessa vez a Virgem pediu que eles deveriam aprender a ler e escrever e que rezassem o terço todos os dias. Lucia pergunta então se todos eles iriam para o céu, ao que Maria responde: “Sim, Jacinta e Francisco eu logo levarei, mas você deve ficar por aqui algum tempo mais, Jesus quer que você seja minha porta voz que me faça conhecer e amar, quero que venha no dia 13 do mês que vem, que rezem o Rosário todos os dias e que aprendam a ler. Mais tarde eu lhes direi o que desejo”

Ao voltarem para casa o padre Ferreira, pároco da aldeia pergunta a Lucia o que estava acontecendo na Cova da Iria e que ela deveria tomar cuidado pois aquilo poderia ser uma artimanha do diabo. Ela fica com muito medo e resolve não ir no próximo mês.

Terceira Aparição 13 de julho

Após muito relutar, Lucia resolve comparecer junto com Jacinta e Francisco, e assim como das outras vezes muitas pessoas estavam no local. Esta é uma das mais importantes visitas da Virgem pois é nesta ocasião que Ela revela aos pastores três segredos. Neste dia Ela também proporcionou às crianças uma visão momentânea do inferno, o que lhes causou um terror muito grande. Entre as revelações Nossa Senhora profetiza: “A guerra vai terminar, mas como há pessoas que não temem a Deus, haverá outra guerra durante o papado de Pio XI, quando virem uma noite iluminada por uma luz desconhecida, saibam que este será o grande sinal que Deus vos dará, que Ele está prestes a punir o mundo por seus crimes,  por meio de guerra, sofrimento e perseguições da Igreja e do Espirito Santo. Se as pessoas não pararem de ofender a Deus, a Rússia espalhará seus erros pelo mundo, os bons serão martirizados e várias nações serão aniquiladas, mas terá no fim, um certo período de paz, que será recebido pelo mundo, então receberão um segredo, que será revelado apenas ao Papa. “

Esta última parte da profecia não fez sentido para muitas pessoas naquela ocasião, pois a Rússia ainda era um país, agrário, pobre e com maioria de sua população analfabeta e sofrendo as consequências da guerra. Como um país assim poderia influenciar o resto do mundo? As crianças ainda disseram que Nossa Senhora lhes pedira que orassem pela conversão da Rússia, o que também soou estranho pois o país era naquele momento muito religioso ligado a Igreja Ortodoxa Russa.

Muito assustadas com a visão do inferno, as crianças faziam sacrifícios, doavam seus alimentos aos mais pobres e não tomavam água quando sentiam sede. Lucia pediu ainda um milagre para que as pessoas pudessem acreditar, e a Virgem promete que no dia 13 de outubro realizaria um sinal que todos poderiam ver.

Quarta Aparição 19 de agosto

A quarta aparição deveria ter ocorrido como nas outras vezes no dia 13, mas precisamente neste dia, as três crianças estavam presas. O administrador distrital de Ourém, Artur de Oliveira Santos, temia que os segredos revelados às crianças poderiam ser de cunho político e que isso pudesse trazer alguma consequência ruim para a recém instaurada república portuguesa. Ele sequestra as três crianças, a fim de fazê-las revelar estes segredos, e negar tudo o que estava acontecendo. Em um momento Jacinta é retirada da sala e falam para Lucia e Francisco que ela estava sendo fervida em óleo quente. Depois Francisco é retirado com a promessa de que iriam fazer com ele a mesma coisa, mas apesar disso Lúcia não diz nada. Após a resistência de Lúcia, ela é levada para se encontrar com seus primos, e vê com espanto e alegria que estavam vivos, mas são levados para uma cela na cadeia, junto com os demais presos, que naquela ocasião foi quem os protegeu. No dia quinze de agosto elas são finalmente libertadas.

No dia 19 de agosto Nossa Senhora apareceu a Lúcia na região de Valinhos, fazendo a Sua aparição mais rápida, nesta ocasião a Virgem reforça que no dia 13 de outubro, Ela realizaria o milagre, para que todos pudessem acreditar e insistiu que continuassem a rezar o rosário todos os dias. Muitas pessoas que visitavam o lugar das aparições deixavam dinheiro para Lúcia, ela então pergunta o que deveria fazer com essas doações, no que a Virgem revela que deveria ser guardado para a construção da futura capela. Até este momento a Igreja não acreditava o que estava acontecendo.

Quinta Aparição 13 de setembro

No dia prometido da aparição de setembro, devido as notícias se espalharem rapidamente, cerca de vinte mil pessoas já aguardavam a chegada dos pastorzinhos, a Virgem reforçou para continuarem a rezar o rosário todos os dias, e que no dia 13 de outubro iria mesmo realizar o milagre, para que todos pudessem crer, disse ainda que Deus estava muito contente com todos os sacrifícios que eles faziam.

Algumas testemunhas afirmaram que puderam ver o arbusto se curvar como se algo repousasse por cima dele.

Sexta Aparição 13 de outubro

Naquele dia, na Cova da Iria, caía uma chuva muito forte que se precipitava desde a madrugada, e aquele imenso terreno havia se convertido em um verdadeiro lamaçal, mas isso não impediu que uma enorme multidão de cerca de setenta mil pessoas se reunisse no local. Havia peregrinos de todas as partes de Portugal, autoridades e os mais importantes e influentes jornais da época, que há semanas já publicavam muitas matérias sobre o caso. Também estavam presentes muitos jornais anticatólicos que haviam transformado a cidade de Fátima em alvo de piadas e chacotas, ridicularizando os acontecimentos.

Nossa Senhora então apareceu às crianças, e finalmente disse o seu nome: A Senhora do Rosário, e pediu que naquele lugar fosse construído uma capela em Sua honra, insistiu na recitação do rosário, e declarou que a guerra estava para acabar e em breve os soldados estariam de volta às suas casas.

O Milagre do Sol

Durante a aparição Lucia pediu para que todos olhassem para o Sol. Neste momento não estava mais chovendo, e o céu encoberto se abriu um pouco, permitindo que o Sol fosse visto e diante de todos os presentes ele começou a se movimentar, como que dançando no céu. O Sol se movia em zigue-zague, mudando de cor e refletindo cores diferentes nos rostos das pessoas. O clímax do milagre se deu quando o Sol, começou aumentar de tamanho, como se estivesse mergulhando na direção da terra, aquela multidão que já estava extasiada com o que via, foi tomada de um grande pânico, com muitos achando que se tratava do fim do mundo, e então subitamente ele volta ao seu lugar. O fenômeno presenciado pela multidão durou, segundo a mídia presente, cerca de doze minutos.

Logo em seguida, todas as pessoas presentes, que estavam encharcadas por conta da chuva torrencial que caía momentos antes, e o solo convertido em lama, estavam completamente secos. Teorias de hipnose e histeria coletiva haviam sido descartadas.

O maior jornal de Lisboa “O Século” estampou uma matéria de capa sobre o evento, trazendo um testemunho pessoal de seu editor chefe Avelino de Almeida, um cético declarado, a respeito das aparições de Fátima:

“Um espetáculo sem igual, seria inacreditável para mim se não tivesse testemunhado, pode se ver a multidão voltar-se para o sol que se revela livre de nuvens em pleno meio-dia. A grande estrela do dia como que se torna prateada e que torna possível olhar para ela diretamente sem o menor desconforto, poderia ser um eclipse, mas agora transforma-se colossalmente e ouvimos espectadores gritando: Milagre! Milagre! Maravilha! Maravilha! E diante da multidão atônita o sol estremece em movimentos bruscos, coisa sem precedentes em todas as leis cósmicas: o sol dançou.”

Pessoas que moravam longe do local, afirmam que também viram o fenômeno local, como o poeta Afonso Lopes Vieira, que pode ver o sol dançante da janela de sua casa, na cidade de São Pedro a 40 km de Fátima.

Em 1932 após 15 anos de investigação eclesiástica, o bispo de Fátima, em Roma, declarou o Milagre de Fátima como uma mensagem digna de crença.

Os três pastores

Durante a Aparição de junho, a Senhora, afirmara que Jacinta e Francisco, estariam com Ela em breve, mas que Jesus queria que Lúcia ficasse um pouco mais. Após vinte e oito meses dos acontecimentos, irmão e irmã, morrem de pneumonia e bronquite. Lúcia os 14 anos de idade, entra para um convento, e mais tarde já como Irmã Lúcia do Coração Imaculado, entra para um convento enclausurado.

Os processos de beatificação e canonização, de Jacinta e Francisco são iniciados, os mais rápidos processos já iniciados para crianças.

A irmã Lúcia veio a falecer no dia 13 de fevereiro de 2005, e atualmente encontra-se em processo de beatificação.

A realização das profecias

Muitas profecias feitas por Nossa Senhora, da Cova da Iria, durante as aparições poderiam não fazer sentido na época de suas revelações, mas depois vieram a se comprovar. Ainda em 1917 ocorria na Rússia a Revolução Bolchevique, que derrubou o Czar Nicolau II e elevou ao Poder Wladimir Lenin, que em pouco tempo transformaria o país em uma grande ditadura comunista: A União Soviética, que tinha também, como objetivo influenciar outros países e espalhar a ideologia comunista pelo planeta, que rejeita a religião e liberdade religiosa.

No dia 25 de janeiro de 1938 pode ser visto nos céus da Europa, um fenômeno belíssimo, uma Aurora Boreal, que foi admirado em muitos países, das nove da noite as duas da manhã. Lúcia interpretou o sinal como sendo a “Luz desconhecida“ , da qual falou Nossa Senhora e que seria o sinal que uma nova guerra estaria para começar. Em 13 de março do mesmo ano, Hitler anexava a Áustria, dando início aos eventos que desencadeariam na Segunda Guerra Mundial.

Nossa Senhora ainda aparece mais uma vez à Lúcia, no dia 25 de junho de 1929, junto com a Santíssima Trindade, na Capela do Convento, e pede que o Papa consagre a Rússia ao Coração Imaculado de Maria, juntamente com os bispos do mundo inteiro, reunidos com o objetivo de alcançar a paz mundial. Pede ainda, que a sagrada Comunhão, seja recebida no primeiro sábado de cada mês por 5 meses consecutivos e oferecido em reparação.

Papas subsequentes realizaram este sacramento, mas ainda sem a presença de todos os bispos, como pedira a Virgem.

No dia 13 de maio de 1981, aniversário das aparições, o Papa João Paulo II, sofre um atentado a tiros, na Praça de São Pedro no Vaticano. O atirador, era um profissional, e por isso mesmo milagrosamente o Santo Padre sobrevive. Um ano após este atentado, em 1982, convencido de que Nossa Senhora de Fátima havia lhe preservado a vida, o Papa vai em peregrinação, a Cova da Iria em Fátima, em agradecimento, e faz então a consagração: “Santa Mãe de Deus, estou aqui hoje, reunido a todos os pastores da Igreja, nós confiamos e Vos dedicamos os indivíduos e nações, que especialmente precisam ser protegidos. Senhora, que tendes o conhecimento de mãe de toda a luta, entre o bem e o mal, aceitai esta prece, recorremos a vossa proteção, aceitai as nossas preces, da guerra nuclear e de todo tipo de guerra, livrai-nos. E do não cumprimento dos mandamentos de Deus, livrai-nos. Que o amor piedoso ponha um fim ao mal”

Porém, segundo a Irmã Lucia, que estava presente no local, a consagração ainda não tinha sido feita pois não estavam presentes Bispos representantes de todos os países.

Em 1984, no dia 25 de março, o Papa pediu para que a imagem de Nossa Senhora de Fátima, fosse para o Vaticano, e então sim, ao lado dos bispos do mundo todo a consagração foi feita,  e reconhecida finalmente como válida pela Irmã Lúcia, conforme havia pedido a Virgem de Fátima. Três anos depois, acontece a queda do muro de Berlim, evento que marca o início da dissolução da União Soviética, o fim da guerra fria e da ameaça de uma guerra nuclear. A partir de então, a igreja católica pode voltar, para todos os países, que faziam parte do grande bloco comunista do Leste Europeu.

Os Segredos de Fátima

Devido à grandes especulações por todo o mundo, o bispo de Leiria, pede a Irmã Lucia, que escreva suas memórias, ela então o faz e revela dois, dos três segredos, em 1941.

O primeiro, trata-se da visão do inferno, onde revela com detalhes, o que ela e seus primos viram, durante a aparição de julho.

O segundo, trata-se da consagração da Rússia, ao Sagrado Coração de Maria, para evitar que continuasse a “espalhar seus erros pelo mundo”.

O terceiro segredo, também foi revelado nesses escritos, mas após ser lido pelo Papa João XXIII, este resolveu guardá-lo, e não revelar naquele momento, e assim foi feito pelos Papas que o seguiram.

Apenas no dia 13 de maio de 2000, o Papa João Paulo II, revela o terceiro segredo, e publicado no dia 26 de junho na íntegra. O manuscrito de Irmã Lúcia possui quatro páginas, segue um pequeno resumo:

“vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora, um pouco mais alto, um Anjo com uma espada de fogo na mão esquerda… O Anjo, apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência!… um Bispo vestido de Branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Vários outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas a subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual, estava uma grande Cruz, de troncos toscos, como se fora, de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade, meia em ruínas, e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres, que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos, aos pés da grande Cruz, foi morto, por um grupo de soldados, que lhe dispararam vários tiros e setas”

O então Cardeal Joseph Ratzinger, futuro Papa Bento XVI, interpretou o terceiro segredo, como sendo o próprio atentado sofrido por João Paulo II, e que Nossa Senhora, teria desviado a bala, e salvando assim a vida do Santo Padre.

O Santuário de Fátima

A primeira capela, foi construída em 1919, de forma bem simples no mesmo local onde estava a Azinheira, e aconteceram as aparições. Em 1922, a capela foi dinamitada, porém, alguns explosivos não funcionaram, o que fez crescer a fé das pessoas na proteção da Virgem.

A Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, teve sua construção iniciada em 1928, crescendo cada vez mais, com o surgimento de vilas e comércio. A Basílica foi concluída em 1953, e foram levadas para lá os restos mortais de Jacinta e Francisco, após a morte da Irmã Lúcia, ela também foi sepultada lá.

Nas décadas seguintes, o Santuário cresceu muito, recebendo milhares de visitantes e peregrinos todos os anos.

A devoção, e as mensagens de Fátima, se espalharam no mundo inteiro, mostrando como em um momento de crise, e perseguição para a igreja, a Mãe se faz presente, trazendo o seu alento e certeza de esperança.

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